25.5.15

Series: fim de temporada

E para algumas séries fim para sempre.

Mad Men acabou. Sete temporadas de uma série fina, chique, bem feita, com uma história bem contada. Não sei se o Don Draper evoluiu de fato, se ele se tornou um cara um pouco mais legal (espero que não), mas continuou tendo idéias geniais para campanhas publicitárias. Afinal, o negócio dele é conquistar e seduzir e nisso ele é mestre. Um beijo Don, terei saudades. Peggy se tornou uma ótima redatora (começou a série como secretária), Joan sempre buscando um lugar ao sol e Roger não deixou de ser o bon vivant.

Revenge também subiu no telhado e foi cheia de twists novelescos até o fim. Será que a Emily herdou o coração da Victoria? Nunca saberemos.

Parks and Recreation  foi outra que acabou. A última temporada foi ótima para despedir do pessoal de Pawnee.

The Americans teve uma ótima temporada. Agora vamos ver o que a filha adolescente dos nossos espiões russos favoritos vai fazer. Acho que ela não se convenceu com essa coisa de motherland.

The Good Wife teve uma temporada movimentada cheia de veneno jurídico com a Alicia se candidatando, ganhando e depois tendo que abandonar o cargo por pressão política. Agora ela está atrás de um sócio.

Eu achava que Community tinha acabado mas o Yahoo a ressuscitou e essa sexta temporada está até divertida.

Arrow teve uma temporada irregular, uma coisa meio dark, muito pouco shirtless do Oliver Queen (e poucas flechadas), o tal do Ra's era um chato mas terminou tudo com um passeio ao por do sol. Já o Flash teve uma ótima primeira temporada, é uma série mais leve, colorida e cheia de vilões. Gotham ficou chata, nem a batcaverna me convenceu a continuar.

Nashville foi um drama só, mas as músicas continuam boas.

Jane the Virgin teve um dos melhores episódios fim de temporada com vários plot twists carpados duplos e ainda deixou um cliffhanger para a próxima temporada. Saudades do narrador.

Outlander ainda não acabou, mas só falta um episódio. A temporada foi boa, especialmente depois do episódio 8 ou 9 (hot, hot, hot). A coisa está tensa para o nosso escocês lindão e estou curiosa para saber o que vai acontecer.

Desisti de Scandal, chega de gente que discursa ao invés de conversar. Soube que o McDreamy morreu em Grey's, mas já tinha abandonado há tanto tempo que nem me importei.

Hannibal volta em junho, Halt and Catch Fire também, e True Detective vem com uma segunda temporada que promete.

Game of Thrones ainda está rolando, depois volto com um post só para essa série.

Veep está sensacional, e agora tem o Hugh Laurie.

As séries da Netflix: House of Cards - ótima, Claire mostrando seu poder; Demolidor - primeira temporada excelente; Grace e Frankie - as coroas são divertidas; Bloodline - ainda não terminei, mas é boa, família ê, família ah; The Returned - bizarra mas fiquei curiosa. Desisti de Orange is the new black.

17.5.15

Analisando a música: Young Folks (Peter Björn and John)

A Air New Zealand tem os melhores videos de segurança de qualquer companhia aérea. Conseguem fazer uma coisa necessária, mas repetida e enfadonha, divertida. Quando estive lá em 2011, no meio do mundial de Rugby, o video no avião era com jogadores participando. Depois fizeram a versão Senhor dos Anéis.

Dessa vez eles fizeram uma versão surf que eles chamaram de Safety Safari e ficou ótimo! Adoro surf.

Além das instruções de segurança, lugares para onde a companhia voa, muitas cenas de surf, Mick Fanning, Gabriel Medina, Laird Hamilton, Ricardo Christie e outros surfistas neozelandeses, tem uma música delícia tocando ao fundo.

A música é Young Folks da banda Peter Björn and John.

A banda foi formada em 1999 e, obviamente, tem 3 integrantes: Peter, Björn e John. São suecos (claro, tem um Björn no meio) e som deles é um pop rock indie. Young Folks, do terceiro album da banda Writer's Block de 2006, é o maior sucesso deles.

Conheço pouco a banda, tenho umas 4 músicas deles no meu iPod, são todas boas. (os suecos tem bandas boas: The Hives, The Cardigans e o ABBA é claro)

Vamos ver o que diz essa música com uma batida tão easy going quanto os surfistas do video de segurança.

If I told you things I did before
Told you how I used to be
Would you go along with someone like me?
If you knew my story word for word
Had all of my history
Would you go along with someone like me?

A bateria e batida inicial é muito boa e aí entra um assobio. Já estou no clima vida boa, daquelas pessoas que andam assobiando com a mão no bolso. Dizem que tem o assobio porque depois iam colocar outro instrumento, mas viram que o assobio era que dava um tchan na música. Concordo.
Então, o rapaz que está interessado na moça deve ter um passado nebuloso (mas deve ter mudado) e por isso, na vontade de ser honesto, ele pergunta: "Se eu te contasse tudo que fiz antes, como eu era, tim tim por tim tim da minha história, você sairia com alguém como eu?"

I did before and had my share
It didn't lead nowhere
I would go along with someone like you
It doesn't matter what you did
Who you were hanging with
We could stick around and see this night through

Essa música é um dueto e a Victoria Bergsman (da banda também sueca The Concretes) faz o vocal feminino. Ela está a fim, diz que sim e que também já teve as experiências dela, não se importa com o que ele fez nem com quem ele saiu. Sugere que vejam como a noite vai.

And we don't care about the young folks
Talking about the young style
And we don't care about the old folks
Talking about the old style too
And we don't care about their own faults
Talking about our own style
All we care about is talking
Talking only me and you

Aí vem esse refrão ótimo, que gruda na cabeça. Eles não querem saber dos jovens com suas novidades, nem dos velhos com sua nostalgia, não querem saber dos problemas dos outros, só querem é conversar, só os dois. Acho justo.

Usually when things have gone this far
People tend to disappear
No one will surprise me unless you do

Aí ela diz que quando as coisas chegam nesse ponto (que fico na dúvida se é onde ela conta coisas sobre ela ou se já passou da fase da conversa) as pessoas tendem a desaparecer. Ela já não se surpreende mais com as pessoas, mas acha que com ele pode se surpreender sim.

I can tell there's something going on
Hours seem to disappear
Everyone is leaving, I'm still with you

Ai, gente, que fofo, ele está sentindo um clima, as horas passam e ele nem sente. Todos vão embora mas ele fica. Acho que rola hein?

It doesn't matter what we do
Where we are going to
We can stick around and see this night through

Os dois cantam juntos que não interessa o que vão fazer ou onde vão, que vão ficar juntos e ver como a noite vai.

And we don't care about the young folks
Talking about the young style
And we don't care about the old folks
Talking about the old style too
And we don't care about their own faults
Talking about our own style
All we care about is talking
Talking only me and you 

E quem quer saber do futuro e passado quando o presente é o que importa?
Só os dois conversando. Aiquelindo.

(insira um assobio aqui)


O video é um desenho animado bonitinho.




E aqui o video de segurança.

14.5.15

Mad Max - Estrada da Fúria

Acho que quando o George Miller fez o primeiro Mad Max, em 1979, com um Mel Gibson novinho, ele deve ter tido idéias fantásticas mas o limite da tecnologia da época não permitiu realizar todas. Ainda assim ele fez um bom filme, criativo, sobre um homem que patrulha as estradas (cheias de gangues) num cenário meio pós-apocalíptico e quando as coisas dão errado ele busca vingança (e aí segue no ótimo Mad Max 2: Road Warrior).

No Mad Max de 2015 George Miller tira todo proveito da tecnologia e é um filme visualmente in-crí-vel. É quase uma pintura com fundos laranjas e vermelhos e objetos metalicos, pretos, cinzas, e caóticos. O cenário é muito mais devastador do que no filme de 1979 e o deserto é lindo (o filme foi todo rodado na Namíbia). É um lugar onde as pessoas estão mal de saúde e brigam por tudo: água, gasolina e munição.

O Max desse filme não está atrás de vingança, ele só quer sobreviver e faz isso melhor que ninguém.

Max é capturado por um bando de albinos, os war boys, e fica de bolsa de sangue de um deles, o Nux. Quando a Furiosa sai da estrada com o caminhão de combustível do líder local (e mais algumas coisinhas) começa uma busca. O Nux quer ir para a perseguição e leva sua bolsa de sangue a tira colo, ou melhor, na frente do carro king of the world style.

As perseguições são sensacionais, uma coisa linda de ver, orquestradas com perfeição. O chefão leva até um carro de som no seu comboio que poderia ter sido tirado de alguma capa de LP de rock dos anos 1970.

O que eu gostei mesmo é que esse é um filme girl power, mesmo com Max no título. O Max do Tom Hardy fala pouco, tem um olhar super expressivo, mas quem domina é a Charlize Theron e sua Imperator Furiosa.

Ação do começo ao fim. Vale a ida no cinema, de preferência na melhor sala da cidade.

A Tia Helô ia ficar horrorizada com o que as pessoas são capazes, uns 815 "Ai, Jesus!" para o Max e toda aquela poeira.

10.5.15

Book Report: Sweetness #9 - Stephan Eirik Clark

Um dia passeando pela Amazon, uma coisa leva a outra e acabei nesse livro.



Para começar vou dizer que de-tes-to adoçante. E não vem me dizer que o tal de stevia é natural porque o gosto é tão ruim quanto. Se precisa adoçar uso o açúcar mesmo (branco ou mascavo) ou então vai amargo porque essa porcaria eu não como. Inclusive evito qualquer coisa com adoçante. (Açúcar também não é nenhum santinho mas o gosto é melhor.)

Pronto. Falei.

Esse livro tem como personagem principal um químico especializado em sabor (flavor chemist), o David. Logo depois de terminar um mestrado ele é contratado por uma grande empresa alimentícia para trabalhar testando os efeitos do tal Sweetneess #9 em animais (ratos e macacos). No início ele até leva umas amostras para ele e sua esposa usarem em casa. Depois de um tempo ele vê que os animais estão gordos, letárgicos e burros. David decide denunciar mas quando chega na empresa todos os animais estão saudáveis (foram trocados?) e ele é demitido, mas depois o adoçante #9 é aprovado.

David entra num período difícil da vida, sua esposa não consegue engravidar e ele pira o suficiente para passar um tempo num hospital psiquiatrico por vontade própria.

Um dia um senhor, dono de uma empresa de sabores concorrente a que o David trabalhava, aparece no hospital e oferece um emprego ao químico. A vida do David muda completamente, sua mulher engravida, eles tem 2 filhos e vivem bem até que um dia sua filha adolescente resolve pesquisar sobre comida e, claro, é contra tudo que o pai faz (produzir sabores artificiais).

David começa a reparar o que a comida comprada no supermercado (e muitas contém o #9) está fazendo a sua família (ninguém usa o fogão, só o microondas). A esposa é viciada no #9 e seu filho só come coisas com o corante vermelho nº 40 (que ele carrega no bolso). Seu filho fala frases sem verbos, sua esposa esta obcecada com peso, sua filha meio deprimida e ele mesmo muito ansioso.

É uma família que janta no McDonald's.

Até o médico que atende o David diz que só tem 7 minutos para examinar, diagnosticar e medicar. Fast Food e Fast Medicine.

Ele nos conta de como quase todos os alimentos do supermercado contém algum tipo de químico (de corantes e sabores artificiais, adoçantes, conservantes, até maçãs que recebem uma ajudinha para ficarem mais vermelhas). Em um certo ponto do livro a feira livre de produtos orgânicos é vista como uma vilã para a empresa do David.

Dá vontade de fazer uma horta na varanda.

Aí tem uma trama que envolve terroristas em supermercados, chantagem, receitas secretas, remédios e até o bunker do Hitler.

Achei esse livro meio terror (dá até medinho de entrar no supermercado) mas foi uma leitura boa.

8.5.15

Flio

Ano passado tive dor nas costas e fiz algumas sessões RPG. A fisioterapeuta disse que eu deveria arranjar um suporte para o computador que deixasse a tela na altura dos olhos e que assim minha postura iria melhorar consideravelmente.

Ok, já que precisava fui ver o que tinha por aí. Procurei alguns mas achei tudo muito feio e pesado. Então, um dia, passeando pelo Kickstarter (adoro ver as inovações que tem por lá) vi o lançamento da campanha do Flio, um suporte de notebook (ou laptop) fino e desmontável, que cabia dentro da capinha junto com o computador.

Foi a primeira vez que apoiei um projeto desses de financiamento coletivo no Kickstarter. Isso foi em novembro do ano passado, a meta foi atingida em dezembro e tinham prometido enviar em janeiro. Confesso que já tinha esquecido quando mandaram um e-mail no início de abril dizendo que tinham enviado.

Chegou hoje. (Correios, né?)

A embalagem é simples e eficiente (já vem com as instruções impressas), o suporte é realmente bem fino, leve e elegante. De cara já vi que a tela na altura do olho melhora muito a postura e é até melhor de digitar com o teclado inclinado.

Foi um bom investimento.

desmontado e montado


3.5.15

Enquanto isso 200 anos atrás...

Estava contando para um amigo o que acontece em Outlander: se passa na Escócia e a personagem principal, Claire, depois de encostar numas pedras mágicas, volta 200 anos no tempo. Ela vai do pós-guerra 1945 para 1743.

No que o meu amigo disse: "Ela voltando de 1945 para 1743 perde menos do que se a gente voltasse de agora."

O Marty McFly só voltou 100 anos no De Volta Para o Futuro 3 e não foi fácil.

Se nós voltassemos 50 anos já perderíamos muito, especialmente coisas tecnológicas (um beijo smartphone).

Acontece que a Claire, mesmo em 1945, perdeu, entre muitas outras coisas: carro, trem, avião (imagina passar dias e dias no lombo do cavalo), antibióticos, absorventes, luz elétrica, direito a voto, e por aí vai. Da geladeira ela não sente falta já que esse pessoal dos países frios tem geladeiras naturais.

A Claire tem que usar espartilho. Tortura.

Vale dizer que a Claire tem vantagens que facilitam sua sobrevivência no passado: ela foi enfermeira na 2ª Guerra, entende de ervas que curam e acalmam, e sabe um bocado de história da época e sobre algumas pessoas conhecidas (porque seu marido de 1945 estava estudando o período e contou tudo a ela, além das aulas de história que ela lembra).

Então, que aconteceria se voltassemos no tempo? Entra no DeLorean rumo aquelas pedras na Escócia e vem comigo.

Se eu voltasse para 1743 aqui no Brasil estaria simplesmente perdida. Não sei nada de história desse período (capitanias hereditárias?), não ia ter vantagem nenhuma sobre os locais. Talvez se fosse para 1815 já estaria um pouco melhor, saberia um pouco mais sobre os acontecimentos.

Imagina as condições de higiene. Gente, acho que eu ia preferir ficar com os índios, eles tomam banho várias vezes por dia. Pelo menos a comida é fresca, zero aditivos, mas a geladeira faz falta. E as roupas volumosas? Certamente sentiria falta de um bom par de tênis ou botas com solado de borracha para andar em terrenos irregulares e sujos. Nem bicicleta tinha nessa época.

Quanto a dar idéias futuristas acho que iria sugerir o saneamento básico das cidades. Talvez um planejamento urbano. (não sou enfermeira, mas sou engenheira).

Tem gente que prefere ir para o futuro, mas vai que chega lá e está tudo destruído por guerras ou algum virus devastador, ou macacos dominaram o mundo.

Só iria para o passado (ou futuro) se fosse um passeio com volta garantida.

Se bem que a Claire tem oportunidade de voltar para 1945 mas ela fica em 1743. Por que? Bem, no passado tem o ruivo bonitão Jamie e pelo jeito ele vale mais do que água encanada.


1.5.15

Book Report: Funny Girl - Nick Hornby

O Nick Hornby se empolgou com os anos 1960 quando escreveu o roteiro adaptado de Educação e decidiu escrever esse livro: Funny Girl.


A história começa em 1964 com uma moça, Barbara, que mora em Blackpool no norte da Inglaterra. Barbara é bonita mas o que ela quer ser mesmo é engraçada, ela é fã da Lucille Ball. A tia dela insiste para que ela entre num concurso de Miss Blackpool, o qual ela ganha mas recusa a coroa. Barbara não queria ficar mais nem um minuto em Blackpool, faz as malas e se manda para Londres.

Na Swinging London dos anos 1960 ela começa trabalhando numa loja de departamentos, mas como ela é bonita e tem muita sorte, logo arranja um agente, muda de nome, e consegue um teste para uma nova série da BBC (numa época que a BBC estava expandindo seus programas e testando novidades).

O livro é sobre a Barbara, mas também é sobre o desenvolvimento da série de TV e seus criadores.

A história acompanha os melhores (e piores) momentos da série e dos roteiristas, diretor e atores nos quatro anos que a série foi ao ar.

A prosa do Nick Hornby é boa, leve, os personagens são interessantes, temas polêmicos aparecem e romances acontecem.

Vários livros do Nick Hornby já viraram filmes (Alta Fidelidade, Um Grande Garoto, Fever Pitch, Uma Longa Queda - gosto de todos, livros e filmes) mas ele disse que vê esse livro mais como uma série de TV do que um filme. Espero que façam, de preferência no estilo Mad Men.

(Acho que Nick Hornby se inspirou um pouco no filme estrelado pela Barbra Streisand para escrever esse livro)

26.4.15

Enquanto isso na ciclofaixa...



Acho ótimo que tem cada vez mais ciclistas em Fortaleza e que venham mais. Acontece que as pessoas ainda acham que para bicicleta vale tudo e esquecem que leis e regras de transito também se aplicam a quem anda em duas rodas.

Ja fiz um post sobre os perigos de andar na ciclovia carioca, mas como aqui a coisa ainda é nova:

Top 10 coisas que os ciclistas de Fortaleza deveriam evitar.

1- Andar de bicicleta no calçadão da Beira Mar (na parte proibida). Do mesmo jeito que alguns ciclistas não querem andar na rua por medo de ser atropelado por um carro, os pedestres também não querem dividir a calçada com bicicletas. A percepção de movimento é diferente. O lugar da bicicleta é no asfalto e na Beira Mar a velocidade máxima dos carros é 40km. Se todos respeitassem os limites não teria problema. Pedalar no calçadão é proibido, tem placas, então desce da bicicleta e anda.

2- Andar na contramão de ruas e avenidas movimentadas. Não é seguro, a bicicleta deve sempre andar na mão da via. Isso também vale para a Beira Mar quando não tem a ciclofaixa da manhã, sei que todo mundo quer pedalar olhando o mar, mas na contramão é perigoso.
Em vias menos movimentadas é possível (eu também ando na contramão dessas as vezes) exatamente porque os carros trafegam em velocidades menores e tem espaço.

3- Andar na contramão da ciclofaixa. A maioria das ciclofaixas da cidade é mão única, deve ser seguido o sentido da via. É mais seguro para o ciclista e para o motorista.

4- Furar sinal vermelho sem parar para olhar. Infelizmente isso as vezes também é comum entre os motociclistas e até motoristas.

5 - Andar lado a lado com o amigo/amante na ciclofaixa de mão dupla. Restringe o espaço de quem vem na direção contrária e de quem quer ultrapassar.

6- Andar sem olhar para frente. Isso é MUITO comum aqui, até os pedestres são assim e andam olhando para os lados. (mais um motivo para não pedalar no calçadão)

7 - Parar no meio da ciclofaixa para falar ao telefone. Para, desce da bike, sobe na calçada e atende a ligação. Simples.

8- Não parar na faixa para os pedestres atravessarem. Pedestre tem preferência.

9- Pedalar como se fosse ganhar a etapa cearense do Tour de France. Sempre tem um ou dois que acham que a ciclofaixa é uma competição.

10- Achar que bicicleta é só para fazer exercício. Queimar calorias e ficar em forma é ótimo, mas bicicleta também é um meio de transporte.

24.4.15

Os Vingadores: a era de Ultron


Então, recapitulando esse babado dos Vingadores.

Homem de Ferro tem 3 filmes: o primeiro é muito bom, o segundo também gostei, mas o terceiro...hum...teve a casa destruída e não curti, mas foi nesse que apareceram os soldados do Homem de Ferro (se é que posso chamar disso) e o War Machine.

O Thor teve 2 filmes para desfilar sua gostosura cósmica e trazer o elemento alienígena para a história. Foi ele que trouxe o vilão do primeiro filme dos Vingadores, seu irmão Loki (todos amam Loki, mesmo sendo meio do mal).

Capitão America tem 2 filmes: o primeiro conta sua origem como primeiro vingador lá nos anos 40, é um filme bom, mas o segundo, Soldado Invernal, é o melhor filme de um dos Vingadores (inclusive estou devendo um resumo desse filme), tem uma participação significativa da Viuva Negra e a S.H.I.E.L.D. sobe no telhado. Não dei muita bola para o Capitão America antes, mas hoje é o meu preferido. Até o Homem de Ferro o obedece, as vezes.

O Hulk tem 2 filmes nada a ver um com o outro e nem com o resto. Até os atores são diferentes, mas o que importa para a Marvel é o com o Edward Norton de 2008.

Teve o super divertido filme dos Guardiões da Galaxia que não tem muita ligação com o resto (afinal estão em outra galaxia) mas foi nesse filme que descobrimos que tem uma galera querendo colecionar umas pedras com poderes.

No primeiro filme dos Vingadores eles se juntaram para não deixar que o Loki fizesse muita bagunça na Terra, até que funcionou, ele só destruiu meia Manhattan. Nesse filme o Hulk mostrou ao que veio, a Viúva Negra e o Hawkeye garantiram seus lugares no time. Foi animado, divertido, colorido e deixou todo mundo querendo um segundo.

Aqui um video que resume tudo em 7 minutos.

Ufa! Finalmente chegou esse segundo filme dos Vingadores. (Talvez com SPOILERS a seguir)

Para não deixar dúvida do que seriam as próximas duas horas, a Era de Ultron começa com uma super cena de ação na linha James Bond de começar filmes.

Nesse meio tempo descobrimos que eles estão atrás do cetro do Loki que tem aquela luz azul no meio e o Thor quer levar de volta para casa. O cetro está no esconderijo não muito secreto da Hydra (que além de soldados que respeitam os Vingadores, mantém um irmão e irmã com poderes) e a galerinha vai com tudo para cima dos soldados. Inclusive usam o código verde (isso mesmo que vocês estão pensando).

Tony Stark chega no cetro mas não sem antes ter uma visão patrocinada pela tal Feiticeira Escarlate (a irmã com poderes telecinéticos). Missão terminada, é hora de voltar para a torre do Tony em Manhattan e fazer uma festinha. Antes de tomar uns bons drinks, Tony e Bruce, essa duplinha do barulho, descobrem que a luz azul do cetro é uma espécie de inteligência artifical super avançada (claro, é alien). Os dois deixam o Jarvis rodando os programas e vão se divertir.

Pausa para comentar a festinha. Os amigos do Capitão America são todos pracinhas, coitado, bonitão daquele jeito já era para ele ter amigos mais novos, mas os coroas curtem o Thor. Tem a médica coreana xonada no Thor. Thor e Tony acham que suas mulheres são incríveis, mas nenhuma das duas se deu o trabalho de aparecer. Rola clima entre Natasha e Bruce. E ainda tem uma rodada de "Quem segura o martelo do Thor", menos erótica do que muita gente gostaria.

Com tudo isso essa festa só fica boa mesmo quando a inteligência artificial alien domina o Jarvis e de quebra assimila um pouco da personalidade megalomaniaca do Tony Stark, se apodera de um dos soldados mecânicos do Stark e vira o Ultron.

Ultron é essa coisa wireless que viaja pelos cabos da internet (aparece como um robô, mas deseja um corpinho humano), domina as informações, se acha filosófico, quer destruir o mundo e ainda gosta de fazer piadinhas.

Dorme com essa Vingadores.

Tem muita (MUITA) destruição (um beijo Superman), piadinhas em excesso (parece que todos os Vingadores fizeram um curso de stand up), muitas participações especiais bacanas, os irmãos com poderes são legais, tem momentos que ficaram mal explicados (o banho do Thor no lago mágico), flashbacks reveladores, momentos desnecessários (alguém realmente se importa com a familia do Hawkeye?), espaço para um herói novo e muita interação entre os Vingadores, especialmente o Capitão America que é o verdadeiro espirito de equipe.

Foram tantos momentos de destruição e briga que fica difícil lembrar de todos, mas achei fofo os Vingadores se unirem para salvar to-das as pessoas da destruição da cidade suspensa. (#ficadica Superman)

Achava que o Ultron ia ser um vilão mais sério, com uma personalidade menos fanfarrona. O Ultron poderia ser mais Exterminador do Futuro e menos Short Circuit.

Volta Loki!

É um filme colorido, divertido, agitado, longo mas passa rápido, e certamente vão vender muitas bugingangas relacionadas.

A Tia Helo ia ficar confusa, é muita gente e muita confusão, mas Thor shirtless sempre vai bem. 657 "Ai, Jesus!" para o Ultron e suas amigues.

Os nerds me avisaram que em 2016 vai ter Capitão America: Guerra Civil. Não sei nada do que se passa nessa história, mas sendo filme do Capitão America deve ser muito bom.

19.4.15

Uma semana para os geeks e nerds

A semana começou com o início da 5a temporada de Game of Thrones e como sempre já teve intriga e dragões. O inverno está vindo.

Depois terminei de ver a primeira temporada do Demolidor e já estou com vontade de ver mais. Corre logo com isso Netflix!

Aí vieram entrevistas com os atores dos Vingadores em vários programas americanos. O filme estréia na quinta (dia 23) e já tenho ingresso para ver. (tiamo Capitão America)

Para o delírio nerd saiu um teaser, ou um trailer, do novo Star Wars. Não vi porque fiz um pacto com meu amigo Dimitri que íamos evitar todo e qualquer tipo de spoiler (isso inclui trailers já que hoje em dia todos acabam com a graça do filme mostrando as melhores partes) até ver o filme. Acontece que o universo geek fica tão em polvorosa que é quase impossível não levar um spoiler na cara, então já vi uma foto do Han Solo com o Chewbacca, e só.

Para não ficar atrás do hype dessa semana também lançaram o trailer de Batman vs Superman. Esse eu vi. Ainda não entendi o motivo que levaria o Cavaleiro das Trevas querer brigar com o Homem de Aço (dizem que é por mulher), mas pela música tipo inception e as imagens dramaticas do trailer imagino que que foi coisa séria. O importante é que o Ben Affleck está lindão e Henry Cavill volta delícia na capa vermelha do Superman. (#mulherzinhanerd) 

14.4.15

Novas séries

O Demolidor

Uma série sobre o herói cego e destemido da Marvel. Matt Murdock perdeu a visão ainda garoto num acidente que derramou um líquido radioativo nos seus olhos. Ficou cego, mas os outros sentidos melhoraram muito (muito mesmo!). Ele é local de Hells Kitchen em NYC, seu pai era um boxeador que perdia mais do que ganhava lutas. Matt cresceu, virou advogado, continuou treinando e virou o herói que quer salvar as pessoas do bairro de uma especulação imobiliária, de bandidos e de mafiosos barra pesada. A série é muito bem feita, é violenta, mas tanto seu herói quanto o vilão principal não são nem tão bonzinhos nem tão maus. Inclusive são mais parecidos do que gostariam. O Charlie Cox foi uma ótima escolha para fazer o Matt Murdock, ele tem aquela coisa frágil e forte ao mesmo tempo (e tem um shirtless digno).

É uma série do Netflix então dá para fazer uma maratona e ver tudo de uma vez, mas aconselho ver devagar. Primeiro porque é violenta e são muitos ossos quebrados e segundo para não acabar rápido porque outra temporada só ano que vem.


Unbreakable Kimmy Schmidt

Uma série de comédia escrita pela Tina Fey. A Kimmy Schmidt ficou presa por um pastor de um culto apocalíptico num bunker subterrâneo com outras 3 mulheres durante 15 anos. Quando saiu foi logo para NYC, teve seu dinheiro roubado mas conseguiu um lugar para morar e um emprego. É praticamente uma série sobre uma pessoa que tem todas as referências nos anos 1990 e com muitos personagens curiosos. O Titus, um ator desempregado, que é o colega de quarto da Kimmy é ótimo. Tem muita coisa nonsense, mas é risada garantida. Só o hit Peeno Noir e a música da abertura já valem a pena.


American Crime 

Uma série dramática sobre vários lados de um crime. Um casal é atacado dentro de casa, o homem morre mas a mulher vai parar em coma no hospital. A partir daí temos: os pais do homem que morreu (que são separados e se odeiam), os pais da mulher em coma, um casal de junkies que estão envolvidos no crime, um garoto latino que empresta o carro que foi usado no crime (e sua familia). Ninguém é inocente, mas todos tentam puxar a sardinha para seu lado. Já vi uns 5 episódios e o grande crime americano é o preconceito. A Felicity Huffman faz (muito bem) mãe do homem que morreu, é a personagem mais detestável da série.


Jane the Virgin

A Jane é uma garota certinha, trabalha, estuda, e prometeu para a avó que só ia transar depois de casada. Jane tem um noivo bacana, mora com a abuelita e a mãe (que foi mãe solteira daí a preocupação da avó) em Miami.
Um dia a Jane vai fazer um exame de rotina e a médica que estava num dia péssimo trocou as fichas e inseminou a Jane.
Jane fica grávida do dono do hotel onde ela trabalha e muitas confusões seguem.
É novelão mexicano/venezuleano de primeira. O narrador é sensacional, a avó só fala em espanhol, tem todo aquele colorido de Miami e muitas reviravoltas.
Dou risada com essa série. Especialmente com narrador e com pai da Jane, Rogelio.



Bloodline é outra série nova sobre uma família cheia de confusões, ainda não vi, mas está na lista.


2.4.15

Um pouco de chocolate e alguns ovinhos

Chegou a época do ano que ninguém consegue andar pelo supermercado sem passar pelos corredores de ovos de páscoa. Esse ano achei todos muito caros e decidi comprar umas barras mesmo já que o objetivo é comer chocolate.

Aproveitei e pintei alguns ovinhos. Não chega a ser uma tradição, não faço todo ano, da última vez até fiz um post explicando passo a passo como faz, mas sempre que faço acho divertido.

A inspiração dessa vez foi: Star Wars, caveiras mexicanas e o Capitão America.


15.3.15

Analisando a música: Seasons (Waiting On You) - Future Islands

Escutei essa música numa daquelas playlists do Spotify, gostei e coloquei no iPod. Curti a melodia mas não prestei atenção na letra, aí no fim do ano passado apareceu em todas as listas de melhores músicas de 2014 e eu fiquei curiosa para saber sobre o quê era essa música.

Não conheço a banda Future Islands além dessa música. Na verdade não tinha nem visto o video até semana passada. Future Islands é uma banda americana de Baltimore formada em 2006 e o sucesso veio com essa música em 2014.

Então vamos saber que estações são essas e o que tanto ele espera.

Seasons change, and I tried hard just to soften you
The seasons change, but I've grown tired of trying to change for you
Because I've been waiting on you
I've been waiting on you
Because I've been waiting on you
I've been waiting on you

As estações mudam: verão, outono, inverno e primavera, especialmente para quem mora longe da linha do equador. E emenda com "Eu tentei (muito) te suavizar.". Oi? Então as estações mudam e ele quer mudar a outra pessoa? E está cansado de tentar mudar a si mesmo?
Aí ele diz que está esperando pela a outra pessoa. E espera um bocado....não quer largar o relacionamento mas pelo jeito mudanças não vão resolver.
Acho que temos uma música sobre fim de relacionamento e sobre incompatibilidades. A pergunta é: as pessoas devem mudar pelas outras ou ninguém deveria ter que mudar pelo outro?

As it breaks, the summer will wake
But the winter washed what's left of the taste
As it breaks, the summer will warm
But the winter craved what's lost
Crave what's all gone away

Ele canta o refrão com mais sentimento que o resto da música.
Vamos ver se consigo entender toda essa metáfora com verão e inverno. Enquanto termina o relacionamento o verão é a aceitação do fim, acordar para a realidade e o calorzinho bom do sentimento que é hora de seguir. O inverno por sua vez lava e leva tudo mas deixa o desejo pelo que foi perdido. Resumindo: fim de namoro, a fila anda, é hora de buscar novos pastos mas tem sempre aquele momento nostálgico.

People change, even though some people never do
You know when people change
They gain a piece but they lose one too
Because I've been hanging on you
I've been weighing on you
Because I've been waiting on you
I've been hanging on you

De forma poética ele disse que: pessoas mudam, só que não. Ou algumas mudam outras não, e as que mudam ganham um pedaço mas perdem outro. Óbvio, ou então não era uma mudança/amadurecimento.

E ele segue pendurado nessa relação, colocando peso e pressão, esperando por ela.

As it breaks, the summer will wake
But the winter washed what's left of the taste
As it breaks, the summer will warm
But the winter craved what's lost
Crave what's all
Crave what's all gone away

'Cause I've been waiting on you

Amigo, chega de esperar, é hora de colocar o óculos de sol, protetor solar, boné e encarar esse verão de frente.


Acho essa música ótima para uma corridinha leve.

O video mostra o dia a dia de um cowboy moderno. Me pareceu que ele precisa que as estações mudem. Ou não. (confesso que gosto das cenas dos cavalos em camera lenta)



13.3.15

+ Filmes

Kingsman: Serviço Secreto

Aparentemente não é só o MI6 que tem agentes super bem vestidos, eficientes e que atraem vilões que querem conquistar o mundo. Kingsman é uma agencia secreta-secretíssima com poucos agentes que tem codinomes que remetem ao Rei Artur e sua mesa redonda.

Harry (Colin Firth super em forma!) precisa achar um novo candidato a agente, já que um dos antigos morreu numa missão, e ele escolhe Eggsy, que foi filho de um ex-candidato de Harry. Eggsy é garoto mais ou menos problema que adora uma confusão. Essa história é mais do que conhecida, e em Kingsman não é diferente mas a embalagem é muito divertida.

Tem um pouco de tudo nesse filme: violência (muita), piadinhas (bastante), vilão megalomaníaco, homens de terno muito bem vestidos, meninas que arrasam nas lutas, etc. E é tudo estilizado com muita camera lenta, e efeitos especiais (cabeças explodindo que nem fogos da Disney). É um filme que não se leva muito a sério e por isso é diversão garantida.

E tem o Mark Strong que deveria fazer muito mais filmes.

Esse filme só teve duas coisas que na minha opinião poderia ter passado batido mas não tirou a graça do filme.

A Tia Helô ia ficar horrorizada com o vilão que quer conquistar o mundo dando chip de celular. 726 "Ai, Jesus!" para os homens do rei.


Simplesmente Acontece

Sabe aqueles dias que você está a fim de uma comédia romântica? Pois é, lá fui eu ver esse filme que tem um ator que parece um Hugh Grant mais novo (e eu coração o Hugh Grant).

O trailer é fofinho e eu achei que ia ser mais do mesmo mas não foi bem assim. Tem muita coisa que acontece no meio do filme que não esperava de jeito nenhum pelo trailer. Tem menos comédia do que é sugerido, mas ainda é um filme fofo. A trilha sonora é ótima (tem até o tema dos deprimidos e melancólicos).

Rosie e Alex são amigos desde sempre, se gostam mas tem muita treta no meio, ele se muda para Boston, a vida segue e coisas acontecem.

A Tia Helô ia achar que jovens adolescentes não tem nada que ficar bebendo até cair. 158 "Ai, Jesus!" para Rosie e Alex.

7.3.15

Momento TOC: Top 10 frases de música

Fiz mais de 50 músicas no Analisando a música e várias letras me surpreenderam. Muitas estrofes bonitas, rimas bacanas e frases que se sustentam sozinhas. Mais análises virão, mas por enquanto aqui vai um top 10 de frases que mais gosto nas músicas que analisei até agora.

10. I'll draw until I've broken every law. (Don't Stop - Foster the People) - essa frase subversiva é uma delícia, ainda mais numa música que reflete os pensamentos de uma criança. E quem não gostaria de desenhar muito?

09. Breathe out so I can breathe you in. (Everlong - Foo Fighters) Essa frase sozinha pode ser um um pouco creepy mas também, como no contexto da música, é super romântica e sexy. Você decide.

08. Every new beginning comes from some other beginning's end. (Closing Time - Semisonic) Uma frase FATO filosófico. Todo novo começo vem do fim de outro começo. Sim, é confuso mas faz sentido.

07. I swallow my words to keep from lying. (In Hiding - Pearl Jam) Ai Eddie Vedder, tiamo. Para não mentir é melhor ficar calado, muito bem dito de forma poética.

06. Words like violence break the silence. (Enjoy The Silence - Depeche Mode) Assim como é bom engolir as palavras para não mentir, é melhor selecionar o que vai dizer porque palavras podem ser violentas.

05. Daylight licked me into shape. (Just Like Heaven - The Cure) Adoro essa forma como o simples ato de acordar é descrito.

04. Every time I think of you I feel a shot right through with a bolt of blue. (Bizarre Love Triangle - New Order) - Uma frase romântica e melancólica ao mesmo tempo.

03. I'll worship like a dog in the shrine of your lies. (Take Me To Church - Hozier) Aquele momento de entrega total onde mais nada importa, nem mentiras. Frase cheia de sentimento.

02. Maybe I'm too busy being yours to fall for somebody new. (Do I Wanna Know - Arctic Monkeys) Tô ocupado demais sendo seu para me interessar por outra pessoa. Uma frase que reflete com sinceridade o quanto uma pessoa está interessada na outra. Fofo.

01. Think of me in the depths of your despair. (Rolling in the Deep - Adele) Acho essa uma das melhores frases que alguém pode usar como um fora num fim de relacionamento. Pense em mim na profundidade do seu desespero. PAH! Bom. Demais.